Dores na gestação com Dr Ana
Dra. Ana Carolina Lúcio Pereira

Dra. Ana Carolina Lúcio Pereira

Diu e Implante

Hey meninas!
Há tantas opções de anticoncepção no mercado que temos muitas dúvidas... certo?

Diu e Implante. Bem, antes de tudo é preciso deixar claro: nenhum método é 100% seguro. Contudo, quando utilizados da forma correta, a taxa de falha costuma ser muito baixa. A maneira mais eficaz para mulheres saudáveis não engravidarem é realmente não ter relações. Vou te mostrar alguns métodos para anticoncepção:

Usar anticoncepcional oral pode ser muito cansativo e algumas mulheres não se adaptam à rotina de medicamentos diários. Além disso, a absorção do remédio pode ser prejudicada por alguns fatores inclusive com uso conjunto de outros remédios. Apesar de ser um método seguro, o uso de anticoncepcional oral sofre interferência na eficácia visto que pode ter sua biodisponibilidade alterada, ou seja quantidade eficaz de medicamento circulante comprometida. Uma alternativa para quem quer ter mais eficácia de anticoncepção é o uso de dispositivos intra uterino (diu ou siu).

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DIU E IMPLANTES são dispositivos colocados no corpo que eliminam substâncias para impedir ou diminuir a chance de que haja fecundação.
🔵 Menor risco: quando estão bem posicionados.
🔴 Taxa de falha: DIU hormonal (mirena) = 0,2%, DIU de cobre ou prata = 0,6% e implantes hormonais = 0,1%

O DIU não hormonal tem uma ação contraceptiva livre de ação de hormônios. Nesta categoria estão o DIU de cobre e o DIU de prata e cobre.

Por ser o DIU não hormonal livre de hormônios, este tipo de dispositivo não impede a ovulação nem a menstruação. Porém este DIU pode aumentar o fluxo menstrual e a cólica menstrual em algumas mulheres. Por isso, o DIU não hormonal não é recomendado para mulheres com fluxo menstrual aumentado e que reclamam de cólicas significantes. A boa notícia é que essas alterações podem perdurar pouco tempo (cerca de 6 meses), com normalização após esse período relatada por pacientes. Diu e Implante.

A FEBRASGO referenda algumas contraindicações a este DIU não hormonal como:

💢 Mulheres com doença inflamatória pélvica; ⠀
💢 Mulheres com infecções sexualmente transmissíveis em atividade;
💢 Mulheres que possuam miomas que distorçam a cavidade uterina, como os miomas submucosos;
💢 Casos de malformações uterinas (como útero septado, por exemplo);
💢 estreitamento do canal do colo do útero;⠀
💢 Mulheres com sangramento vaginalsem diagnóstico;
💢 Em casos de câncer do colo do útero e endométrio;⠀
💢 Mulheres com muita dor pélvica ou muita cólica menstrual (o DIU de cobre pode piorar a dor);
💢 Mulheres com fluxo menstrual intenso (que pode ser intensificado pela ação do cobre).

O diu de cobre revestido com prata promete uma maior estabilidade do cobre, diminuindo o desgaste do diu com o decorrer dos anos. Então, a tendência de termos uma liberação mais estável com menor oxidação do cobre. Alguns autores ainda querem demonstrar que há menos irritação da mucosa endometrial, e assim menos propensão ao sangramento e cólicas.

O DIU hormonal libera doses baixas de um hormônio sintético chamado levonorgestrel (o mesmo da pílula do dia seguinte – PDS).
Existe no mercado o diu hormonal com inserir mais delicado e fino para minimizar o desconforto da aplicação. Geralmente perdura com liberação por até 7 anos. Mas este diu com hormônio geralmente é extraído ao fundar de 5 anos nas pacientes que necessitam anticoncepção. Já mulheres que requeiram o uso para tratamento do fluxo menstrual intenso, terapia hormonal da menopausa ou mesmo para cólicas podem utilizar pelos 7 anos sugeridos.
⠀A ação do DIU hormonal ocorre de 3 formas:
1 – afinamento do endométrio (tecido que reveste a camada interna do útero);
2 – Espessando o muco cervical na abertura para útero (o que constitui um obstáculo para a entrada do espermatozóide no útero para fertilizar o óvulo);
3 – diminui a motricidade da tuba uterina para que o óvulo não seja captado pela estrutura.

O DIU Hormonal é uma opção mais segura e indicada principalmente para mulheres que precisem tratar a endometriose, cólicas e que sofrem com fluxos menstruais muito intensos. É uma opção para mulheres com útero que requeiram uso de terapia hormonal.

Outra vantagem é que pode ser usado por 5 anos consecutivos, e depois desse período deve ser removido pela(o) ginecologista, podendo ser substituído por um novo dispositivo. Tanto sua inserção quanto sua retirada podem ser feitos no próprio consultório, num procedimento simples, rápido e seguro.

Estes dispositivos não bloqueiam a ovulação, porém agem para que não ocorra a fecundação e formação do embrião.
Lembremos, que como todos os métodos anticoncepcionais existe Também um pequeno índice de falha do método, por isso é sim possível que haja gestação em mínima parcela de usuárias do método.
Após inserir o DIU, é preciso de acompanhamento ginecológico para garantir o posicionamento correto do dispositivo observar as intercorrências do dispositivo e sua eficácia.

Os implantes com etonorgestrel deriva da progesterona e diminuem a chance de ovulação bem Como causa alterações no muco cervical, que impedem a passagem de espermatozoides.
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2. Anticoncepção definitiva LAQUEADURA E VASECTOMIA são cirurgias é mesmo assim apresentam índices de falha. Mas terão:
🔵 Menor risco: quando ambos os métodos cirúrgicos são realizados corretamente, e o paciente retorna ao médico para ser liberado.
🔴 existe Taxa de falha: Laqueadura = 0,5% e Vasectomia = 0,10%
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3. ANTICONCEPCIONAIS ORAIS⠀⠀⠀⠀⠀⠀
🔵 Menor risco: quando anticoncepcionais orais são tomados conforme prescrição medica.
🔴 Taxa de falha: 0,3% (o uso de medicamentos controlados como antibióticos, anticonvulsivantes e antidepressivos podem aumentar esta taxa). ⠀⠀⠀⠀⠀
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4 CAMISINHA muitos casais utilizam erroneamente apenas no ato ejaculatório. Isso contribui para aumento de falha do método.
🔵 Menor risco: quando é usada de forma correta, ao ser colocada antes do inicio da relação, avaliando se a mesma se manteve intacta após a relação, e sempre observando a data de validade e se foi armazenada em local adequado.
🔴 Taxa de falha: 2%⠀
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5. TABELINHA E MÉTODO BILLINGS parece bem seguro, mas para aumento da eficácia a mulher deve conhecer muito seu ciclo e assim entender que dias antes e depois da ovulação ainda existe possibilidade de gravidez
🔵 Menor risco: quando a mulher tem os ciclos regulares e conhece os sinais de ovulação, como o muco cervical e aumento da temperatura corporal basal.
🔴 Taxa de falha: Tabelinha = 9% e Método Billings = 3%
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6. DURANTE A AMAMENTAÇÃO EXCLUSIVA
🔵 Menor risco: quando o bebê está mamando livre demanda, inclusive durante a madrugada e caso você se encontre em amenorreia (sem menstruar).
🔴 Taxa de falha: 0,5% ⠀⠀
Será mesmo que há risco de engravidar amamentando? SIM, há! ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Para não engravidar amamentando, seria necessário manter os níveis de prolactina altos e contínuos. O que nem sempre é possível visto os picos hormonais que apresentamos. Ainda mais, muitas mães não utilizam a livre demanda exclusiva. Assim, mães introduzem completos que minimizam eficácia do método natural de anovulação durante o aleitamento materno.
Portanto, precisamos utilizar outros métodos anticoncepcionais:
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➡️ Anticoncepcional via oral (pílula) de progestagênio. Mas lembre-se: não é qualquer pílula!
➡️ DIU cobre, DIU cobre/prata ou DIU MIRENA, os quais podem ser inseridos a partir de 60 dias pós-parto.
➡️ Camisinha.
➡️Injetável progestagenico pode ser aplicado após 40 dias do parto.

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